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sexta-feira, 25 de julho de 2008

8 dicas para fugir do stress no trabalho


Nada melhor que uma sexta-feira para escrever sobre a correria do dia-a-dia. Não sei quanto a vocês, mas eu chego completamente acabada às sextas-feiras. Ainda mais que é o dia do meu rodízio, e só consigo sair do escritório às 8 da noite. A sensação que eu tenho é que irei passar o final de semana na cama, dormindo para repor as energias. E o que mais me incomoda é o cansaço mental, o stress (ou estresse) gerado na semana.
Isso sem falar das reclamações e lamentações sobre não ter tempo para nada...
Quando percebi que estava confabulando com os meus botões sobre isso, cliquei em uma matéria em que Karla Brandau (minha xará com K) diz que "Quem sabe administrar seu tempo sabe administrar seu estresse". A especialista em produtividade presta consultoria para empresas como AT&T, Motorola e Coca-Cola. Ela propõe oito medidas para que os profissionais organizem o seu dia-a-dia e se sintam melhor física e emocionalmente. Eis os conselhos da consultora americana:

1)Divida suas tarefas - Faça duas listas. Uma das tarefas mais importantes que você precisa realizar na empresa, incluindo os projetos de longo prazo, e outra das que você tem condições de realizar durante o dia.

2)Divida seu tempo - Defina claramente um prazo para as tarefas do dia e concentre-se exclusivamente nelas. Agende igualmente um período para as reuniões, para as conversas com os colegas e para outras atividades. Ou seja, deixe um tempo para a produção e outro para a interação.

3)Saiba lidar com prazos - É uma regra básica. Procure realizar suas tarefas o mais cedo possível. É a única maneira de ganhar tempo extra para imprevistos - e eles sempre aparecem.

4)Sobreviva à avalanche de e-mails - Procure respondê-los de forma objetiva e evite mandar mensagens desnecessárias. Domine os recursos da ferramenta. Você ganhará tempo.

5)Descanse - Procure usar o período de almoço também para o descanso. O ideal é trazer um lanche de casa, de preferência com baixa caloria. O tempo que seria gasto no restaurante pode ser usado para recuperar as forças.

6)Encare o trabalho adiado - Se quiser, divida-o em pequenas tarefas que podem ser realizadas por etapas, em cinco minutos. Defina um horário para lidar com os assuntos atrasados.

7)Saiba encerrar o dia - É fundamental, para que você seja produtivo no dia seguinte. Relacione as tarefas acabadas, tome nota do que ficou pela metade e escolha o que fazer primeiro na manhã seguinte. Limpe a mesa, coloque a papelada no devido lugar e responda a e-mails e mensagens telefônicas que havia deixado para depois.

8)Melhore a sua rotina - Anote o que foi motivo de estresse durante o dia e procure soluções para que esses fatores não se repitam.

Prometo a mim mesma que vou tentar seguir à risca essas 8 dicas. Será melhor para mim, e para todos do meu convívio... Rs...

Bjôooo e um final de semana zen para todos

Fonte: Globo.com

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Você tem "pavio curto"?


Sempre ouvi de minha família e de amigos mais próximos que tenho o gênio forte, que sou “estressadinha”, e que tenho o “pavio curto”.
Mas até que ponto essas explosões são apenas devidas a fatos isolados?
Fiquei preocupada quando li uma matéria em que alguns médicos dizem que nervosismo em excesso pode ser uma doença. Mas, por outro lado, eles afirmam que esse distúrbio tem remédio. Tanto que o Hospital das Clínicas, considerado o maior hospital do país, criou um ambulatório especial para quem sofre de nervos à flor da pele.
O ponto é que, às vezes, precisamos parar, respirar fundo e contar até dez. É o trânsito que não anda, a conta que atrasa, o trabalho que estressa. Poucos não se irritam no dia-a-dia das cidades, mas há limites. Nervosismo em excesso pode sim, ser uma doença.
As agressões externas intensificam a doença, mas não são sua única causa. Entre os motivos, está o baixo nível de serotonina, um neurotransmissor que permite a comunicação entre as células do cérebro.
O tratamento do transtorno inclui muita conversa e, se necessário, medicamentos. “Aprendendo a reconhecer esses impulsos e a lidar com eles, claro que ela pode chegar à cura. Por que não?”, afirma a psicóloga Maria Cristina Lahr.
Os pesquisadores acreditam também que as explosões de raiva também podem ter causas hereditárias. Depois de se descontrolar, a pessoa se sente arrependida, mas pode perder a calma de novo no momento seguinte.
Se você também acha que está à beira de um ataque de nervos é bom ficar atento, porque há um limite muito tênue entre sentir raiva e ter uma doença grave: o transtorno explosivo intermitente, conhecido popularmente como “pavio curto”.
Bjôoooo e fiquem em paz!