
Setembro foi um mês particularmente importante na área da cultura e das artes, pois se completou o centenário da morte de um dos escritores mais importantes de nossa história, o carioca Machado de Assis.
De saúde frágil, epilético, gago, Joaquim Maria Machado de Assis ficou órfão de mãe muito cedo e também perdeu a irmã mais nova. Ele não chegou a freqüentar a escola, mas, em 1851, com a morte do pai, tornou-se vendedor de doces. Teve contato com professores e alunos nos colégios. Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender e se tornou um dos maiores intelectuais do País, ainda muito jovem.
São percebidas duas fases marcantes e distintas de sua carreira: o Romantismo e o Realismo. Nessa última fase suas obras vão bem além dos limites do Realismo, como é o caso da obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.
Após a morte de sua mulher, Carolina Xavier de Novaes, em 1904, o autor entrou em um momento de tristeza em sua vida. Muito doente, solitário e triste, Machado de Assis morreu em 29 de setembro de 1908, em sua velha casa no bairro carioca do Cosme Velho.
Mas suas obras continuam vivas em nossa memória!
Bjôooooo